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Mauricio D. Rolim
Quitandinha (PR)
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Comentários
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Mauricio D. Rolim
Comentário ·
há 2 anos
Dívidas prescritas não podem ser cobradas de forma judicial ou extrajudicialmente
DCorrea Advogados
·
há 2 anos
Número dos autos? Fonte?
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Mauricio D. Rolim
Comentário ·
há 7 anos
Ilegalidade e improbidade. É tudo a mesma coisa?
Antonio Sérgio Blasquez
·
há 7 anos
Texto muito bom
Realmente há por parte dos membros dos MPs, um assoreamento de que tudo o que deixou de seguir à risca os ditames administrativos, torna-se improbo, por mais tolo que este ato seja.
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Mauricio D. Rolim
Comentário ·
há 7 anos
Desculpe, o Sr. não tem estabilidade. Está demitido.
Pâmela Francine Ribeiro da Silva
·
há 7 anos
Entendo que microempresas e empresas de pequeno porte tenham um tratamento diferenciado nessa situacao.
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Makoto Shimizu
Comentário ·
há 3 anos
Do abuso da presunção absoluta da vulnerabilidade do consumidor e a figura do consumidor hiper suficiente
Carlos Daniel Correia Coimbra
·
há 3 anos
Parabéns pelo brilhante e equilibrado artigo! Apesar de todas as tentativas de resolução amigável prévias, fui obrigado a me defender de grandes empresas como banco e construtora, e venci, mas é uma luta cruel, literalmente Davi contra Golias. Triste é que reebi indenização por danos morais de um banco, muito inferiores a que empresas de porte milhares, senão milhões de vezes menores, pagam, ou seja, mesmo no Judiciário há um favorecimento para grandes empresas, quando os magistrados determinam valores que não são nada educativos para que continuem a desprezar os consumidores contando com a desistência deles, o que não arredei pé. Mas, ao pesquisar sobre valores de danos morais, pude constatar a realidade do artigo, de pequenos empreendedores pagando muito mais do que grandes corporações, um desequilíbrio total. Já fui pequeno empresário, nunca deixei um caso se tornar jurídico, mas confirmo, desgostosamente, que preferi pagar, ora deixando de cobrar, ora devolvendo integralmente o valor de serviços cobrados para consumidores de perfil aproveitador, abusivo, daquele perfil de gente que só quer levar vantagem em tudo, só quer mais por menos, ou de graça, tem prazer sádico em posar de vítima, ou pedir reparação de danos injustas - por exemplo, se um computador velho, antigo, já está totalmente fora da garantia, trocar uma fonte de energia queimada por uma nova, não vai dar sobrevida automática para todos os demais componentes, se posterior a troca de uma fonte de energia ocorrer falha do disco rígido, nada tem a haver com a troca da fonte de energia, idem para memória RAM, placa-de-rede, placa-de-vídeo, etc. Seria o mesmo que trocar os pneus de um carro velho e atribuir isso a culpa por falha no motor. Fato, há pequenos consumidores pequenos de fato, sobra falta de escrúpulos. Que o artigo seja base para eventuais defesas ponderadas e justas.
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Yago de Carvalho Vasconcelos
Artigo ·
há 3 anos
A nova decisão do STJ sobre caso envolvendo pequena variação entre a área informada no contrato e a área real do imóvel vendido
O nosso sistema jurídico historicamente seguiu o modelo Civil Law , de origem romano-germânica, essencialmente legalista. Porém, nas últimas décadas, houve significativa aproximação de nosso sistema...
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Alex Menezes
Comentário ·
há 4 anos
Metaverso, Um Lugar Sem Leis e Sem Limites?
Charles Machado
·
há 4 anos
quem se importa com metaverso? legislar sobre algo que não existe? Realmente, o Ocidente padece de uma falta de percepção de prioridades.
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